É isso aí, Edson! Td bem? Não sei se foi essa moto que vi num vídeo promocional, acho que sim, que a cabine dela inclina nas curvas, acompanhando o movimento e dando maior estabilidade... Um Abraço!
Edson, Parabéns pela cobertura deste evento!! Como sempre, presente com toda sua percepção e qualidade... Espero que tenha se divertido! Forte abraço!!
Because the balance of my remarks focus on how the singular universal of women was launched in a contested part of Asia, I want to rehearse the reasons why regionalism is not a strategy I can pursue, since it cannot provide a true alternative to world systems theories.
Ainda não tinha visto elas...as R6. LIndas! Difícil dizer qual é mais bonita a escura ou a clara. A da direita ou a da esquerda. Será que elas vão estar lá sábado que vem?? Vou lá só para vê-las!! Máquinas!!!!
A Honda apresenta na Intermot 2008, em Colônia (Alemanha), o conceito V4. A idéia da marca é celebrar os 30 anos da utilização dos motores de quatro cilindros em “V” pela marca.
Sem informações técnicas, a V4 se destaca pelo visual arrojado da dianteira e, principalmente, pelas rodas vazadas (sem raios ou cubo) que encobrem grande parte dos pneus — menos na parte de baixo, que faz o contato com o solo.
A Intermot (International Motorcycle and Scooter Fair) acontece a cada dois anos, e é considerada a maior mostra de motocicletas do mundo.
Motorização: 230 cc Hatz Diesel ou 175 cc Kohler a gasolina Partida: Elétrica e manual (corda) Comprimento total: 2054mm Largura total: 780mm Altura máxima: 1140mm Distância entre eixos: 1285mm Altura do assento: 760mm (altura baixa para estabilidade e controle) Largura do Bagageiro traseiro: 750mm Altura do solo: 295mm Tanque de combustível: Diesel 3.0 Litros ou Gasolina 3.9 Litros Bateria: 12V - 14Ah Rodas: High Grip 22 x10 x 10 or ou tipo Biscoito 22 x 11 x 8 Pressão sobre o solo: 1-2 psi Transmissão: CVT com Embreagem automática, conversor de torque com 2 velocidades: Normal, Reduzida e marcha a ré, transmissão final superdimensionada para o eixo traseiro. Freios: Hidráulicos e a disco dianteiro e traseiro Peso: Diesel 160kg/ Gasolina 140kg aprox. Limites de carga:140kg Piloto e carga sendo 12kg na dianteira e 30Kg na traseira Emissões de CO2: 63 g / km, 83% menos que um quad normal Capacidade de tração: Aprox. 250kg dependendo das condições do terreno Suspensão: Ajustável frente e traseira Velocidades: 40 Km/h, podendo ser aumentada para 50 Km/h se necessário (com diminuição do torque).
Sobre a viagem para o encontro de motos em Buritis-MG.
No retão antes de Planaltina estava ultrapassando um caminhão de carga quando o FDP do motorista jogou água pela janela. Mas como ele estava a 120 Km/h e ainda havia vento contrário, a pressão fez com que a água ficasse entre a moto e o caminhão. Só vi aquele aguaceiro passar rente ao meu braço direito. Ao perceber a sacanagem, pensei em mostrar o dedo ao infeliz, mas apenas acelerei para despachá-lo o mais rápido possível, pois o passeio estava apenas começando.
Meu filho Daniel (15 anos) havia desistido de assistir o Red Bull Racing na Esplanada e eu não estava nada a fim de participar do passeio de moto da PMDF. Foi então que resolvi ir prá BURITIS MG. Saí de casa às 10h00min em ponto mas sem intenção de dormir lá, embora levasse os apetrechos caso necessário.
Após passar por Formosa, parei para abastecer no posto que fica logo depois da entrada da Lagoa Feia. A atendente disse que a estrada era boa e tinha visto alguns motociclistas indo naquela direção. Logo que saí do posto ultrapassei uma Yamaha TDM 900 preta que estava a uns 120 Km/h e segui adiante. Uns 18 km depois dobrei à direita no trevo que tem uma placa dizendo que é prá Unaí-Mg, nada de Cabeceiras ou Buritis.
A rodovia GO 346, do trevo até Cabeceiras - GO, tem uns 38 km e é uma pista razoável, com algumas “ilhas” de baixa qualidade, mas sem buracos que preocupem. Dá prá andar tranquilamente a 140 Km/h ou mais. Prá variar, quase ninguém viajando. Um deserto só até Buritis.
De Cabeceiras - GO até a divisa de Minas Gerais, ainda na GO 346, a rodovia está recapada e de ótima qualidade, inclusive com olhos de gato por toda a rodovia, o que dá um efeito especial quando se viaja a noite com a pista ficando toda iluminada.
Mas quando chega na divisa de Goiás com Minas, a BR 030 é o sonho de consumo de todos os motociclistas. Até a cor do asfalto muda, num tom bem claro lizinho, lizinho. Um tapete. Mas a alegria dura pouco, pois são apenas uns 30 km dessa belezura. Logo chega outro trevo e a BR 030 termina, iniciando a partir daquele ponto a MG 400.
A MG 400 comparada à BR 030 é inferior, mas também é uma rodovia de boa qualidade, sem nenhum buraco nos pouco mais de 30 km até chegar a Buritis.
Nesse trecho tem as curvas da serra, muito sinuosas por sinal. Tem que pegar leve, pois é uma curva após a outra, todas bem fechadas. É uma maravilha passar por ela, com você inclinando, ora para a esquerda, ora para a direita. Dá para descer a 80 Km/h ou mais, mas com um friozinho pela espinha.
Em Buritis, após 220 km e 2h e 30m para chegar, mostra uma cidade vazia, quase poeirenta. O centro da cidade é revestido por paralelepípedos, mas de qualidade muito melhor que o de Pirenópolis. Depois de reconhecer o terreno, fui ao local do evento, que tinha pouca gente naquele horário.
Após parar no posto para abastecer, a atendente, linda por sinal, indicou-me o Restaurante Chão Nativo que, segundo ela, era o melhor da cidade (um restaurante por quilo nada diferente do nosso dia a dia). A propósito, reparei que na cidade, assim como em Patos de Minas, tem muita gente bonita. Acho que isso é uma característica das cidades do interior de Minas Gerais. Gostei.
Durante o almoço chegou o cara da TDM 900 que havia ultrapassado lá atrás, depois de Formosa. Vi, então, que era meu velho conhecido, o Luiz, que estava debutando em viagens de moto. Logo chegaram outros conhecidos de Brasília e ficou mais animado.
No local do evento havia mais gente e moto, embora fosse uma esquina com a lanchonete do promotor do evento que é de um moto clube local, uma pessoa muito simpática e prestativa com os motociclistas de fora.
Para efeito comparativo, num sábado na Motoshow tem muito mais moto que tinha no evento de Buritis.
Depois de algumas fotos e muita água mineral com gás, resolvi que era hora de voltar prá casa. As 15h15min “piquei a mula” sozinho, pois os outros iriam sair de lá a partir das 16h, e eu não queria arriscar chegar a noite em Brasília. Nem precisava, pois cheguei às 17h00min, e fui pra Torre de TV onde parei para comer um pastel e um suco. A volta foi rápida, sei, mas a estrada estava um deserto e tinha muitos, muitos retões que davam cócegas na mão.
A Peugeot apresentou uma ótima novidade no Paris Motor Show 2008, o triciclo conceitual HYmotion3 Compressor, uma espécie de mistura entre um carro e uma scooter, com motores elétricos de 3kW nas rodas da frente, e um motor convencional de 125 cilindradas na roda de trás.
Você pode usar o HYmotion3 tanto em modo elétrico como em modo gasolina, ou então optar por um modo híbrido usando as três rodas, mas sempre que for possível, o próprio veículo vai tentar operar usando apenas os motores elétricos.
Ele vai de a 100 km/h em 11.2 segundos, e tem uma velocidade máxima de 110 km/h. Outras funções muito interessantes são a câmera traseira, que é muito útil quando você for passar a marcha a ré, e o sistema de frenagem regenerativa que recarrega as baterias sempre que você pisa no freio.